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Manda Quem Pode Obedece Quem Tem Juizo!

                                        Psicologia Organizacional 04/11/2009
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                    MANDA QUEM PODE, OBEDECE QUEM TEM JUÍZO

No passado as empresas criavam fortes distinções entre dois grupos. O primeiro grupo era formado pela elite intelectual – patrões, filhos dos patrões e gerentes – utilizavam seus poderes para selecionar e gerenciar clientes e supervisionar operações do dia-a-dia. O segundo grupo era composto pelo restante das pessoas da administração e da produção, que só utilizavam a capacidade física sob a supervisão do primeiro grupo. Deve ter sido nesse período que surgiu essa frase ultrapassada e bastante comprometedora para quem a usa. Naquela época os funcionários eram reprimidos e impedidos de se expressarem sobre aquilo que mais conheciam, pois eram eles que mantinham a “mão na massa”. Quem ousasse, quem pensasse e se atrevesse a se manifestar, a questionar, a opinar e dar sugestões, corria (ou ainda corre?) um risco imenso de ser demitido.

Aqueles que “podiam” agiam de forma autoritária e não aceitavam questionamentos. Não ouviam opiniões, não acatavam sugestões. Mandavam e exigiam obediência passiva e submissa. Não existiam verdadeiros líderes! Os que tinham “juízo” se dividiam entre aqueles que realmente não conseguiam enxergar outra opção, e aqueles que se aproveitava para serem omissos e conseguiam algum ganho com isso.

Agora, os funcionários devem agregar valor pelo que sabem e pelas informações que podem fornecer. Nas empresas realmente inovadoras os trabalhadores são valorizados pelas suas sugestões sobre como melhorar a qualidade, reduzir custos e diminuir ciclos. Afinal, as máquinas são projetadas para operar automaticamente. A função das pessoas é pensar, solucionar problemas e garantir a qualidade. Os trabalhadores devem ser vistos como solucionadores de problemas.

Quem realmente se compromete com o que se propõe a fazer, a todo o momento procura acrescentar e melhorar o que faz. Sempre tem sugestões para realizar melhor. Quem verdadeiramente quer fazer o melhor, nunca assume um posicionamento de subserviência, muito ao contrário, faz questionamentos, sugere mudanças, busca o aprimoramento. E contribuem com idéias novas, muitas delas excelentes e realmente enriquecedoras. Quem “pode”, mas não tem preparo e é inseguro, ainda hoje cultiva a idéia do autoritarismo. O verdadeiro líder, aquele que conquista um cargo de chefia como prêmio por méritos e trabalho, não é inseguro, não se posiciona como tirano, não age autoritariamente. Não espera submissão, muito pelo contrário, ele aceita e quer colaboração. Ele não sente necessidade de submissão. Ele não quer servos, subalternos. Ele quer e valoriza colaboradores. Ele não ordena, não impõe. Ele levanta questões, abre espaço para debates, aceita sugestões. Valoriza os questionamentos, pois o verdadeiro líder não se considera onipotente, inquestionável e sabe que pode errar. Sabe também que assim como ele existem muitas outras pessoas com excelentes idéias, e as valoriza, já que seu objetivo maior é sempre fazer o melhor e procurar acertar.

Vários estudos provaram que um sapo colocado num recipiente com a água de uma lagoa fica estático durante todo o tempo em que aquecemos a água, até que ela ferva. O sapo não reage ao gradual aumento da temperatura (mudança de ambiente) e morre quando a água ferve. Por outro lado, outro sapo que seja jogado neste recipiente já com a água fervendo salta imediatamente do recipiente. Meio queimado, porém vivo!
Algumas pessoas têm comportamento similar ao sapo fervido. Não percebem as mudanças, acha, que está tudo bem, que vai passar, que é só dar um tempo! E fazem um grande estrago em suas empresas, “morrendo” sem ter percebido as mudanças. Outros, ao serem confrontados com as transformações, pulam, saltam, em ações que representam na metáfora, as mudanças necessárias.
Temos vários sapos fervidos por aí. Prestes a morrer, porém boiando estáveis e impávidos, na água que se aquece a cada minuto. Sapos fervidos não perceberam, além de serem eficazes (fazer certo as coisas planejadas), precisam ser eficientes (fazer certo as coisas com economia), E que, para isso, o clima interno tem que ser favorável ao crescimento profissional, com o espaço para o diálogo, para a comunicação clara, para o compartilhamento, para o planejamento e para uma relação adulta. O desafio maior está na humildade de atuar de forma coletiva, sem essa estória de “manda que pode, obedece quem tem juízo”.

Muito se fala em administração de pessoas e conflitos existentes em todos os níveis da sociedade e em todas as camadas socias e há muitos anos atras, quem ainda não obedeçeu e não deu ordens?

Vejamos e pensamos o seguinte, como era na pré-história um homem como figura dominante e todos os outros seres vivos na sua proporcionalidade com indiferenças de lideranças e submissão , as mulheres obedeciam aos homens com todo respeito e dedicação, essa obediência muitas vezes vinha atribuída à dependência de sobrevivência dela de seus filhos e parentes próximos o homem pro si só dominou pôr muitos anos essa arte de MANDAR-nos outros, seja ele a um nível familiar,no trabalho,na sociedade e nas organizações.

Na evolução dos tempos começamos a nós preocupar com as hierarquias, seja ela no trabalho,na familia,no quartel,na própria natureza onde pôr muitas vezes que manda era o que sustentava a família , ou era quem tinha mais força,mais posse,mais prestigio, como pôr exemplo o empregado e o empregador,nossos chefes e líderes ou até mesmos nossos pais.

Na arte de obediência nos deparamos sempre com a vontade de fazer alguma atividade ou desejo de quem esta mandando, temos que obedecer dentro de uma regularidade e de um raciocino lógico, pois muitas vezes nós seres humanos agimos sem pensar, ou pôr fanativos religiosos ou até mesmo fora de si.

Como exemplo citamos as pessoas que levam as bombas penduradas no corpo matando a si próprias e a outras pessoas, ali sim é uma prova real de ”MANDA QUEM PODE OBEDEÇE TEM NÃO TEM JUIZO’’.

Trazendo um pouco para nós citamos a disciplina militar onde o soldado sempre obedece, e o oficial sempre manda, isso não se muda, até porque se mudarmos em cima dessa hierarquia existe soldos,previlegios,pespectivas e projeções que nenhuma pessoa que perder ao longo de sua vida profissional esse mandatório vitalício nas sombras dos comandos e comandado militares.

No âmbito social e democrático nos deparamos que quem odedeçe é aquele pessoa que tem posse,que tem graduação,que estudou um pouco mais e tem respeito perante a sociedade. Culturalmente já nascemos obedecendo aos nossos pais essa é a primeira lição que aprendemos na vida, depois vem à escola os amigos ai sim mandam quem tem mais boca,(fala mais alto) mais força,mais inteligência e obedece aquele que é mais fraco,mais tímido.

Já dizia uma amigo existe três coisas no mundo que todo mundo gosta, “fazer amor, descansar e claro Mandar”

Nossos Pensamentos: A frase que temos sua explicação no mais variado parâmetros acima, é uma frase bastante capitalista mostrando que quem tem poder em nossos pais, pode fazer o que bem entende, pois isso que o mundo anda desta forma em meio de tantas corrupções, onde o direito do outro se roubam dos pobres o direito a democracia, por causa da sua classe social ou seja o rico domina o pobre por ser leigo, em defesa dos direitos que os dominantes sabem muito bem dominar.

Quando sentamos para abordar essa frase, o nosso grupo teve a mesma linha de pensamento no decorrer da interpretação da frase, pois nós como futuros tecnólogos em segurança no trabalho e também gestores da área, temos que banir que esse tipo de frase reine em nossa organização. Como gestores no bem estar de uma organização temos que cuidar de vidas, e vida se cuida compreendendo o pensamento e o bem estar dos nossos funcionários, pois nem sempre o objetivo é alcançado com autoridade que se impõe, valem mais um funcionário querer colaborar do que obriga-lo a fazer, então a frase se inverte de vez de “MANDA QUEM PODE, OBDECE QUEM TEM JUIZO” poderia ser “COLABORAR É CRESCER CONSOCO”.

Mas pensamos seguindo a linha de raciocínio chegamos a conclusão que esta frase não exista mais devido à mudança do mercado, e de seus gestores nos mas altos padrões da administração, em discussão com o tema chegamos as seguintes analise que isso dentro de uma organização se esta frase estiver instalada na pratica pode trazer vários malefício aos nossos colaboradores dentro de uma organização tais como insastifaçao, desmotivação, problemas psicológicas e angustia da vida profissional. Com relação ao mundo do trabalho, vamos viajar um pouco para entender a inerpretacao desta frase, então vamos lá!

Entender o ditado requer interpretação em três etapas. “Manda quem pode” é algo típico da Idade Média, quando os senhores feudais dominavam vastas propriedades de terras e os servos e vassalos viviam à mercê do seu temperamento nada amistoso, portanto, qualquer descontentamento era sinônimo de ameaça e, para evitar conflitos, cuja pena máxima era a perda de proteção ou a expulsão do feudo, a alternativa mais sensata era obedecer. Assim foi no tempo da escravidão, quando os reis, imperadores e senhores de engenho detinham a propriedade do indivíduo, de papel passado, em regime absoluto de escravidão. Durante essa fase repugnante da nossa história, isso era comum.

“Obedece quem precisa” surgiu mais adiante quando Frederick Taylor, o precursor da administração científica do trabalho, instituiu o conceito de chefia e organização e instituiu, de forma veemente e unilateral, que alguns nascem para mandar, outros para fazer. Naturalmente, quem nascia para a execução morreria sob esse estigma e poderia se tornar um obediente operário até o fim da vida. Por essa razão, Taylor era meio paranóico, obcecado por controle e produtividade.

“Muda quem tem juízo” é a minha praia, por assim dizer. Considero a melhor atitude para se livrar do ditado original. Embora eu tenha sido forçado à mudança há algum tempo e isso tenha me proporcionado um bem danado, eu posso dizer que se trata de um dilema difícil de ser solucionado e isso não é privilégio de poucos, ao contrário, é o caso da maioria dos profissionais do mundo moderno.

A mudança é o caminho mais adequado para livrá-lo dessas tolices que mancham o mundo corporativo e para colocar todo o seu potencial em prática num lugar onde você possa ser tratado, literalmente, como ser humano. Você é a única pessoa capaz de reverter o quadro depreciativo que pintam a seu respeito e a respeito do seu trabalho, por mais esforçado que você tente parecer.
De acordo com pesquisa divulgada na Revista Negócios (Edição n. 3, maio de 2007), o ambiente de trabalho se tornou fonte de infelicidade para presidentes e diretores de grandes empresas e, por experiência própria, estendo essa infelicidade geral para outros níveis hierárquicos que sofrem diferentes tipos de pressão por resultados cada dia mais insaciáveis.

Ainda segundo a pesquisa, realizada com mais de mil executivos de 350 empresas, a angústia da vida executiva é algo digno de reflexão. Dentre os principais resultados obtidos, a pesquisa aponta que 84% dos executivos se dizem infelizes no trabalho, 54% que se dizem insatisfeitos com o tempo dedicado à vida pessoal e 35% deles apontam os problemas com o chefe como a crise mais marcante da sua vida, o que não é tanta novidade assim.
Por um lado, o excesso de trabalho, por outro, a falta dele. Ambos têm a ver com a dignidade humana, relegada com freqüência ao segundo plano. Albert Camus, filósofo francês, lembra que não existe dignidade no trabalho quando este não é aceito livremente. Pior ainda quando não é aceito de forma alguma.

Concordo plenamente com o escritor James Hunter, autor de O Monge e o Executivo, quando diz que “os seres humanos têm um profundo anseio por significado e propósito em sua vida e retribuirão a quem os ajudar a atender a esta necessidade. Eles querem acreditar que o que estão fazendo é importante, que serve a um desígnio e que agrega valor ao mundo”. Isso vale para o mais simples dos mortais.
Meu pai ficou praticamente 30 anos na mesma empresa repetindo esse ditado e por vários lugares onde passei havia sempre um insatisfeito que parecia ter assumido o lugar dele, mas não o condeno. Ele foi feliz do seu jeito e, apesar dos revezes, sobreviveu e conseguiu criar os filhos com dignidade.

Embora as circunstâncias mudem e as oportunidades sejam freqüentes, muitos profissionais ainda se submetem a essa filosofia de vida, por medo ou insegurança, enquanto o verdadeiro potencial vai lhe escapando pelo vão dos dedos sem que o mesmo seja capaz de esboçar a mínima reação. Isso soa um pouco deprimente.
O fato de não ter conseguido livrar-me definitivamente desse ditado me fez reconstruí-lo a fim de torná-lo mais digerível e para repensar a maneira de ver o mundo. Leva tempo para conseguirmos destruir alguns paradigmas plantados em nossa cabeça involuntariamente. Hoje, cada vez que alguém dispara essa máxima perto de mim, eu complemento: “e muda quem tem juízo”.


Graças a Deus, conheço um numero razoável de profissionais que deram a volta por cima e, a despeito de todas as dificuldades encontradas no caminho, tiveram a coragem de reposicionar-se no mercado para conquistar um lugar ao sol, optando, em muitos casos, por uma renda menor ao reconsiderar o fato de que o dinheiro jamais conseguirá compensar a ausência de paz de espírito.
O mundo é repleto de oportunidades e, por menos conhecimento que alguém possa apresentar sobre determinado assunto, existe uma força sobrenatural dentro de cada ser humano capaz de transformá-lo em exímio conhecedor daquilo que ele estiver realmente determinado a realizar. É praticamente impossível o universo não trabalhar a seu favor se você estiver convicto de que as adversidades são condições temporárias e que a força de vontade e a determinação são as únicas virtudes capazes de recolocá-lo num ambiente mais merecedor da sua energia, da sua inteligência e da sua valiosa companhia.
Olhe ao redor e admire a legião de profissionais que abriram mão de um cargo altamente promissor em grandes corporações e seus respectivos benefícios em troca de mais dignidade, mais qualidade de vida e mais tempo para a família. E mais, quantos amigos e colegas de trabalho pararam de brigar consigo mesmo, com o chefe e com a conta bancária partindo para uma missão diferente muito antes de você esboçar a primeira reclamação.
Existem inúmeras empresas onde o ditado prevalece, por pouco tempo, creio eu. Hoje, manda quem pode, obedece quem precisa e muda quem tem juízo, pois é necessário evitar ambientes onde o regime feudal deixou resquícios. Assim sendo, quero compartilhar algumas dicas que poderão ajudá-lo no seu ritual diário de crescimento e desenvolvimento pessoal. Espero que sejam úteis.

1. Ninguém tem o direito de ferir a sua dignidade; quando sentir que o ambiente está afetando a sua auto-estima e a sua dignidade, ou você muda de ambiente ou enfrenta o problema ou pára de reclamar para sofrer menos do que o necessário; a primeira é mais gratificante;
2. Considere que poucos líderes estão preparados para enfrentar o diálogo aberto e consistente quando alguém questiona o clima organizacional; quando isso ocorre, geralmente eles são pegos de surpresa; você conhece algum chefe propenso a admitir sua maneira equivocada de conduzir a equipe?
3. Mudar é mais difícil do que se imagina; é muito mais prático suportar a pressão e chorar sozinho do que perder o emprego, o crachá e o plano de saúde, portanto, releve certas coisas e seja menos rígido na avaliação; digo isso porque já fui mais rígido do que o necessário e isso não me ajudou em nada, ao contrário, paguei um preço alto;
4. Lembre-se que nem tudo é para sempre e, felizmente, a vida é feita de mais momentos alegres do que tristes.

A angústia da vida profissional é eterna. Por mais recompensadora que possa parecer, a aposentadoria será o início de novos dilemas que surgirão com a idade e com a eterna necessidade de se sentir útil perante a sociedade. Como diz o César Souza, autor de Você é o tamanho dos seus sonhos, se você não existisse, o universo não seria o mesmo. Portanto, pare de sofrer com coisas pequenas e comece a provar a si mesmo que você é superior a tudo isso.

Nada resiste ao trabalho e ao desejo irreversível de subir na vida. Se você mantiver uma postura irreparável no caminho e assumir o compromisso de crescer e de aprender todos os dias até o fim da vida, ainda que você tenha de cair e levantar inúmeras vezes, seus pais, seus verdadeiros amigos e, principalmente, sua família, agradecem, de coração. Pense nisso e seja feliz!