Operário não usava cinto de segurança no momento em que construía um andaime
O carpinteiro Sérgio Machado Oliveira, 26 anos, morreu ontem após cair do prédio em que trabalhava, no Bairro Itacorubi, em Florianópolis. Ele estaria sem cinto de segurança.
Sérgio construía um andaime. Jocelito Ficher dos Santos, que ajudava o cartinheiro, contou como foi o acidente na obra:
– Ele viu que estava perigoso e pediu para eu pegar o cinto de segurança. Quando estava fazendo isso, ouvi alguém gritar que ele tinha caído.
O carpinteiro morava com a mãe, no Serrinha, e não tinha filhos.
– Antes de Florianópolis, morávamos em Campo Belo, perto de Lages. Mudamos de cidade para melhorar de vida – contou o irmão Célio Machado, 25 anos, que trabalhava em uma outra obra na hora do acidente.
Para Altamiro Peerdoná, presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Industria da Construção e do Mobiliário de Florianópolis, São José, Palhoça e Biguaçu, a responsabilidade pelo acidente é da construtora, a Pavei Hassemer Construtora LTDA.
– Deveria ter um supervisor de segurança do trabalho e um engenheiro civil na obra. Eles tinham que exigir que os funcionários usassem os equipamentos de segurança – afirmou.
De acordo com o presidente da Associação Catarinense de Engenharia de Segurança do Trabalho (Acest), Roosevelt Pereira Fontanela, a empresa pode ser multada e a obra tem risco de ser interditada.
Ontem, a Pavei Hassemer passou o número de telefone de um advogado para ele falar sobre o assunto. O recado na secretária eletrônica não foi respondido até a noite.
Sérgio construía um andaime. Jocelito Ficher dos Santos, que ajudava o cartinheiro, contou como foi o acidente na obra:
– Ele viu que estava perigoso e pediu para eu pegar o cinto de segurança. Quando estava fazendo isso, ouvi alguém gritar que ele tinha caído.
O carpinteiro morava com a mãe, no Serrinha, e não tinha filhos.
– Antes de Florianópolis, morávamos em Campo Belo, perto de Lages. Mudamos de cidade para melhorar de vida – contou o irmão Célio Machado, 25 anos, que trabalhava em uma outra obra na hora do acidente.
Para Altamiro Peerdoná, presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Industria da Construção e do Mobiliário de Florianópolis, São José, Palhoça e Biguaçu, a responsabilidade pelo acidente é da construtora, a Pavei Hassemer Construtora LTDA.
– Deveria ter um supervisor de segurança do trabalho e um engenheiro civil na obra. Eles tinham que exigir que os funcionários usassem os equipamentos de segurança – afirmou.
De acordo com o presidente da Associação Catarinense de Engenharia de Segurança do Trabalho (Acest), Roosevelt Pereira Fontanela, a empresa pode ser multada e a obra tem risco de ser interditada.
Ontem, a Pavei Hassemer passou o número de telefone de um advogado para ele falar sobre o assunto. O recado na secretária eletrônica não foi respondido até a noite.
Fonte: Diário Catarinense


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