| Por Eli Almeida |
Mas, como fazer isso, ou desenvolver essa atitude profissional.
Atitude, aliás, pouco adotada entre profissionais de segurança no trabalho. Uma pitada de convivência, no "chão de fábrica", ao longo de anos, com as pessoas envolvidas, processo produtivo e organização do trabalho, já seria um bom ingrediente para o chamado "faro" prevencionista ocupacional.
Sem uma visão crítica da situação laboral, sobre perigos e suas conseqüências de lesões para os trabalhadores, sua ação como prevencionista, tende a permanecer como apenas mais uma, entre tantas, que não conseguiram resultados eficientes à saúde e à segurança física dos trabalhadores em seus postos de trabalho.
Ser perpiscaz é ter penetração da inteligência para a antecipação, reconhecimento, avaliação, bem como para os controles das exposições a agentes ambientais enfrentado pelo trabalhador. E o que se percebe, é que não existe, entre profissionais da área de segurança ocupacional, esse "faro" de fazer prevenção de lesões e doenças no trabalho.
O "faro" prevencionista é para descobrir onde existe o perigo e seus possíveis danos para os trabalhadores. Saber agir tecnicamente é ser perpiscaz. É sempre bom lembrar que devemos ter medidas genéricas para fazermos controle dos agentes ambientais no local de trabalho. As ações, na tentativa de controlar, devem ter seu inicio no ambiente ocupacional do trabalhador, ou seja, no processo produtivo.
As medidas, se não aplicáveis por questões técnicas no ambiente, deve priorizar as ações relativas ao pessoal. Educação e treinamento, controle de saúde, limitação da exposição, além de normas e procedimentos organizacionais e o uso de equipamentos de proteção individual, este o último recurso na prevenção de acidentes, são ações fundamentais a serem empregadas na defesa da vida das pessoas no ambiente de trabalho. Desenvolva seu "faro" ocupacional. Seja inteligente.

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