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Polícia Civil apura morte de trabalhador vítima de choque elétrico em Cornélio Procópio

 A Polícia Civil de Cornélio Procópio (70 km de Londrina) instaurou na última sexta-feira (10) um inquérito para apurar a morte do trabalhador Vilmar Marcon, 52 anos. Ele veio a óbito na quinta-feira (9) enquanto trabalhava em um poste na Rua Rouxinol, no Jardim Nova Esperança
 O delegado adjunto da 11ª Subdivisão de Polícia (11ªSDP) de Cornélio Procópio, Luiz Carlos Mânica, contou nesta segunda-feira (13) que ao receber o laudo do Instituto Médico-Legal (IML) constatou que a morte ocorreu devido a um acidente de trabalho. Até então, os policiais acreditavam que a vítima teria sofrido um máu súbito, uma vez que Marcon não tinha sinais aparentes de ter sofrido o choque. No entanto, a perícia do IML apurou que Marcon morreu em decorrência de uma descarga elétrica.
"A gente instaurou o procedimento como acidente de trabalho. A vítima chegou a ser socorrida, mas não resistiu e faleceu. Vamos apurar se havia realmente os equipamentos de segurança e em qual estado eles estavam. Também temos que verificar se houveram responsáveis pelo acidente para que sejam punidos", declarou.
                       Portal CBNotícias
Polícia Civil apura morte de trabalhador vítima de choque elétrico em Cornélio Procópio. Portal CBNotícias
  Choque elétrico motivou morte de trabalhador

O delegado comentou que nesta semana deve começar a colher os depoimentos das pessoas que estavam no local na hora do acidente, assim como dos familiares de Marcon. Testemunhas teriam dito que a luminária do poste teria sido retirada pela empresa Copel momentos após o ocorrido, no entanto, o delegado não confirmou a informação.

"Até onde sei o trabalhador era terceirizado. Nós ainda não ouvimos ninguém oficialmente, mas vamos apurar todos os dados", afirmou.
À época do acidente, a assessoria de imprensa da Copel havia informado que a vítima não era funcionária da companhia. Marcon estaria a serviço de uma empresa de tv a cabo.
Segundo o Portal CBNotícias, Vilmar tinha experiência de 30 anos na profissão e trabalhava sempre com todos os equipamentos de segurança. O sepultamento da vítima ocorreu na sexta-feira (10).
A Polícia Civil tem prazo legal de 30 dias para concluir o inquérito. Segundo delegado, dependendo do andamento das oitivas e investigações, pode ser pedida a prorrogação das datas. "Vai depender da complexidade do trabalho", analisou.
Escrito por Juliana Leite

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