Uma nova doença aflige o coração das empresas: a fadiga da inovação. Seus sintomas estão diagnosticados no livro Conquering Innovation Fatigue (“Superando a fadiga da inovação”), de Jeff Lindsay, Cheryl Perkins e Mukund Karanjikar.
Como as gripes de inverno, a fadiga criativa se insinua por todos os cantos. Expectativas frustradas, impaciência ou a síndrome do “Não Inventado Aqui” (que acaba louvando a concorrência) afetam sensivelmente as pessoas envolvidas com inovação.
O quadro se agrava com a falta de cooperação interna, com as barreiras corporativas aos programas de inovação aberta e até mesmo com os obstáculos à proteção de propriedade intelectual.
O elemento fundamental para a cura, receitam os autores, é restabelecer a vontade de partilhar informações. Numa empresa em dificuldades, muitos acham melhor baixar a bola e engavetar projetos ousados. Um erro. Essa retração enfraquece o compromisso comum de fazer crescer a empresa. “Ouçam sempre a voz dos inovadores”, dizem os autores.
É ela, afinal, que fará a diferença.
Época Negócios

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