Os desafios da construção de uma nova cultura
A Cámara Española recebeu, no dia 27 de agosto, três de seus sócios protetores para explanar sobre os desafios envolvidos no processo de fusão e aquisição. O Grupo Santander, a Telefônica | Vivo e o Grupo BB Mapfre foram empresas que vivenciaram recentemente a experiência da unir-se com outra companhia.
Ao abrir o workshop, Marcos André Ferreira da Silva, Diretor de RH do Santander, falou sobre integração. Silva, que acompanhou a fusão com o Banco Real,ressaltou algumas atitudes necessárias no processo de contração para uma só marca. “É preciso entender as características culturais e pensar no melhor para os dois bancos, cuidar do time e clima organizacional, manter e melhorar o nível dos serviços, mas principalmente ter foco nos negócios”, aconselhou.
O Banco Santander possui 55 mil funcionários e 24 milhões de clientes, sendo eles o foco da fusão. “Nós mexemos em mais de 40 políticas visando nossos colaboradores”, completou Silva.
Comentando sobre a fusão da Telefônica com a Vivo, participou Niva Celma Rodrigues Ribeiro, Diretora de Desenvolvimento Organizacional da Corporação.
A Telefônica está presente em 25 países, com uma receita de 62,8 bilhões de euro em 2011, sendo o Brasil sua maior operação mundial. Neiva explicou que há 15 meses a empresa trabalha nesta fusão.
“O plano do RH foi tomar uma atitude de cada vez. Optamos por simplicidade e foco no que temos que fazer, definimos os lideres, organizamos, criamos nossa identidade e somente ai comunicamos a mudança”, detalhou Niva, que ainda completou: “fazer bem feito o que era mais simples foi o desafio necessário para garantir estabilidade”, finalizou.
Finalizando o encontro, Cleide Fonseca, Diretora Geral de Mapfre e BB Mapfre, explicou a estratégia de parceria criada pelo Banco do Brasil e a Mapfre. Cleide afirmou que a primeira decisão foi integrar os sistemas e pessoas. “A responsabilidade social começa dentro da empresa, relacionamento não se terceiriza”, disse Fonseca.
Uma das estratégias do grupo BB Mapfre foi a criação do POP (Programa de Ouvidoria e Papo) que oferece suporte e ajuda psicológica para qualquer assunto que o colaborador julgar necessário, inclusive melhorias e reclamações a serem feitas sobre a própria empresa. “Todo gestor é um gestor de R.H”, terminou Cleide.
Cámara Española - Núbia Anacleto

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