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Pernambuco: Ex Prefeito João Paulo autorizou PPP, afirma presidente da Compesa

                Segundo Tavares, contrato de concessão foi assinado em 2005 pelo ex-prefeito 

                             
                                                                          Foto: Damares Romã

Presidente da Compesa, Roberto Tavares, garantiu que com a parceria as contas de água não terão aumento.

O presidente da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Roberto Tavares, concedeu uma entrevista coletiva, nesta terça-feira (25), para esclarecer as acusações de privatização da autarquia, feitas na campanha eleitoral do pleito municipal. Conforme o presidente, o contrato de concessão para uma Parceria Público-Privada (PPP) foi assinado pelo ex-prefeito João Paulo, em 2005.

“O documento autoriza a celebração de PPPs e permite que a Compesa efetue as parcerias para que possa melhorar o atendimento e a cobertura dos serviços”, afirmou. Ainda segundo Tavares, em 2012, o atual prefeito João da Costa assinou um termo aditivo ao Contrato de Programa firmado em 2005, entre o Estado de Pernambuco, o município do Recife e a Compesa.

Durante a coletiva, o presidente afirmou que a PPP não é uma privatização já que a companhia continuará tendo a concessão para operar em todos os municípios da Região Metropolitana do Recife (RMR) e que, ao final dos 35 anos de contrato, todos os investimentos realizados também pertencerão à Compesa. “Privatização e PPPs são coisas distintas. As pessoas que estão falando isso querem confundir a opinião pública para um tema tão importante”.

Tavares também garantiu que com a Parceria Público-Privada não haverá aumento de tarifa. “Todos os estudos da PPP foram feitos com base na tarifa vigente atual. Não existe nenhuma possibilidade de haver aumento na RMR e para todo o Estado”. Conforme o presidente, a PPP é viabilizada com o investimento público, com a tarifa existente e com a manutenção da isenção da tarifa social.

Segundo Tavares, a licitação da parceria já foi aberta e está em andamento. “Estamos na fase de análise das propostas técnicas e dentro dos próximos 30 dias deveremos abrir preço para poder ver a empresa vencedora que vai nos apoiar a fazer uma ampla cobertura de saneamento da RMR”, finalizou.

Confira os documento assinados por João Paulo e João da Costa, em 2005 e 2012, respectivamente:






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